Cruzeiro do Sul, AC, 13 de junho de 2026 21:07

Procuradoria-Geral do Acre promove roda de conversa com servidores em alusão ao Dia da Consciência Negra

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Em alusão ao Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, a Procuradoria-Geral do Acre (PGE/AC), em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), realizou, nesta quarta-feira, 19, uma roda de conversa intitulada Papo de Consciência com servidores.

Atividade também destacou a relevância dos marcos regulatórios que orientam a promoção da igualdade racial no Brasil. Foto: Thennyson Passos/PGE

Reafirmando o compromisso da instituição com a construção de um ambiente institucional mais plural, igualitário e alinhado à defesa dos direitos fundamentais da população, o evento, realizado em conjunto com o Comitê de Promoção de Equidade, Diversidade e Bem-Estar Institucional, visou trazer reflexão, aprendizado e diálogo sobre igualdade racial, respeito à diversidade e combate ao preconceito.

O coordenador do Comitê, Inauã Rodrigues, reforçou a importância da pauta para o fomento permanente de práticas de respeito e inclusão: “Ao discutir o tema com servidores, damos um passo concreto para que a instituição reconheça suas responsabilidades, fortaleça políticas antirracistas e garanta um ambiente de trabalho mais justo e acolhedor para todas as pessoas”.

Evento foi conduzido por Nilcéia Santos, chefe da Divisão de Promoção da Igualdade Racial da SEASDH. Foto: Thennyson Passos/PGE

O evento foi conduzido pela chefe da Divisão de Promoção da Igualdade Racial da SEASDH, Nilcéia Santos. “É muito importante que as instituições de governo façam este debate. O Acre tem 75% de negros e pardos, então a maioria da nossa população sofre algum tipo de violência. Precisamos unir forças no combate ao racismo”.

Servidora Raquel Lima: “Educação antirracista é imprescindível para o Acre e para o Brasil”. Foto: Thennyson Passos/PGE

A atividade também destacou a relevância dos marcos regulatórios que orientam a promoção da igualdade racial no Brasil. A servidora Raquel Lima avaliou que a palestra foi fundamental para difundir as normativas essenciais, como o Estatuto da Igualdade Racial e as leis 10.639/2003 e 11.645/2008, que tornaram obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas de ensino fundamental e médio do país.

“Uma educação antirracista é imprescindível para o Acre e para o Brasil, caminhando para a reflexão sobre reparação para com a população negra”, frisou.

Fonte agencia.ac.gov.br